
A
auto-estima e auto-valia relaciona-se com processos emocionais e motivacionais.
Pessoas que se relacionam com alto grau de crítica em ralação a si mesmos,
desvalorizam suas conquistas. Estabelecem padrões perfeccionistas em relação
a seu desempenho.
As
crianças escolares ou adultos tendem a ver sua conduta atual em termos de
causas temporárias próximas e não em relação a influências mais distantes.
Distorcem suas percepções levando em consideração apenas a ações do
momento atual mal sucedidas.
A
baixa auto-estima está relacionada com distorções cognitivas, déficit de
habilidades e falta de apoio social.
Etiologia:
Ambiente
com cultura de baixa estima, valorização pelas pessoas critério (pais,
educadores, religiosos e formadores de opinião pública ) do erro, busca da
dificuldades, de uma perspectiva reforçadora do negativismo.
Depressão
e transtornos associados.
Comorbidade:
A
baixa auto-estima está associada a outros transtornos (déficit de atenção e
hiperatividade, de aprendizado, desafiador opositivo, distímico e bulimia
nervosa), segundo a associação de
Psiquiatria dos EUA – 1994.
A Terapia Cognitiva mostra-se o recurso adequado para a superação deste Transtorno.
1.
Mediar Apoio compensatório
2.
Intervenções estruturais com o objetivo de mudar a relação mãe –
filho.
3. Técnicas de educação da raiva/
ansiedade / medo / .... : identificação de sinais internos
(fisiológicos) e externos (situacionais), diferenciações de níveis de emoções.
4.
Auto afirmações verbais induzindo estratégias de lido com
emoções de maneira adaptativa.
5. Prática de técnicas de relaxamento e estratégias de resolução de
problemas.
6. Criação de uma lista de pensamentos automáticos de baixa-estima.
7. Transferir habilidades para compreender o outro para si mesmo.
8. Quebra da crença que precisa ser perfeito para não ser rejeitado.
Análise do desenvolvimento: reconstruir sua trajetória e entender a formação de crenças e cognições.
estabelecer padrão de pensamento repetitivo nas diversas narrativas).
Pesquisa Alexandre Rivero