Rivero participa

                             do Jornalismo da Record

 

                                  

O psicólogo Alexandre Rivero foi entrevistado pelo jornalista João Santo durante 5horas ao vivo na TV Record News das 15horas às 20horas no dia 17 de outubro sobre:  "Seqüestro em Santo André"  das adolescentes Eloá e Naiara pelo jovem Lindemberg. Foram momentos de esclarecimento e informação para a população. Rivero procurou tirar deste acontecimento que abalou a opinião pública ensinamentos para compreendermos melhor os transtornos de personalidade, bem como o stress como desencadeador de alguma patologia psicológica. A importância de um trabalho de Educação Emocional realizado pelos pais e escola, capacitando crianças e jovens para lidar com suas próprias emoções e com as do outro. Rivero também foi entrevistado pelo jornalista Romeu Piccoli e pela jornalista Thaís Furlan para o Fala Brasil e o Jornal da Record da Rede Record de Televisão. Rivero explicou o conflito de expectativas afetivas, quando temos um casal com muita diferença de idade como uma adolescente de 12anos e um jovem de 19anos. Os alvos a serem atingidos, a capacidade de entendimento e maturidade variam nas diversas etapas do desenvolvimento. Abordou a adolescência como uma época de construção de identidade e contestação do mundo adulto, exigindo dos pais habilidades para lidar com o adolescente não se omitindo e contribuindo para o fortalecimento da autonomia com segurança e discernimento. A importância dos pais acompanharem as amizades e namoros de seus filhos, não banalizar a violência, denunciando para as autoridades ameaças de agressão. O psicólogo Alexandre Rivero tem cumprido seu compromisso de levar os grandes temas da psicologia para a comunidade. Desta maneira continua com o Plantão de Psicologia 12horas informando acerca da Depressão, Pânico e Ansiedade. oconsultorio.com Fone 2274-8217.

 

1- 5 horas de Entrevista  Rivero participa de Entrevista na Record News sobre:  "Sequestro em Santo André"  da adolescente Eloá e Naiara pelo jovem Lindemberg. Assista 2 vídeos  - A entrevista de Rivero teve duração de 5:00 horas (das 15:00hs às 20:00hs) no dia 17 de Outubro de 2008.  O Jornalista responsável foi João Santo e o produtor executivo Marcelo Bonfá. Os vídeos abaixo foram realizados antes da invasão da polícia.

             

 

2- Vítimas da Violência

2- O Psicólogo Alexandre Rivero deu entrevista ao Jornal da Record jornal da TV Record sobre o transtorno de personalidade em pessoas que praticam a violência, quando sentem-se abandonados. A importância das vítimas denunciarem. 22/out/2008

 







3-
Relação Homem-Mulher em idades diferentes.

Alexandre Rivero - O Psicólogo Alexandre Rivero deu entrevista ao Fala Brasil jornal da TV Record sobre as consequências de idades diferentes no relacionamento Homem-Mulher. Dentro do contexto do sequestro de Santo André. 23/out/2008

 

 

 

 

 

 

 

4- As entrevistas estão sendo apresentadas no Jornalismo da Emissora como no dia  25/out/2008  -

Programa Hoje em Dia

5- Serie para o Jornal da Record sobre Relacionamento Homem-Mulher ------> Confira

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O objetivo deste trabalho é possibilitar a comunidade compreender a importância do trabalho

de Educação Emocional e a compreensão dos Transtornos Psicológicos e seu tratamento.

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Especial- 24/10/2008 - Gazeta do Ipiranga - Alexandre Rivero contribuiu com o Jornalismo da Gazeta informando sobre os aspectos psicológicos.
Vida Interrompida

Paixão, ciúmes, insegurança, dependência, estas são as palavras que tentam definir o ato assassino e egoísta do jovem de 22 anos, Lindemberg Alves. Na segunda feira (13) o rapaz arrombou a porta do apartamento da namorada Eloá Pimentel de apenas 15 anos, o motivo foi o término do namoro. Com o fim do relacionamento, foi descoberta uma nova identidade em Lindemberg, o rapaz calmo, amigo, risonho, foi trocado por amargura, silêncio, depressão e violência.
No apartamento estava Eloá e mais três amigos, dois foram libertados na própria segunda-feira, mas Lindemberg manteve em cativeiro a melhor amiga da ex-namorada, Nayara Silva, 15. Foram no total 100 horas de agonia para as jovens e despreparo nas negociações, junto à falta de privacidade que a família teve, a invasão da mídia e dos moradores local, em busca de algo mais. Até onde não somos os culpados pelo desfecho da história?
Durante as negociações feitas o jovem mostrava de forma clara sua instabilidade emocional, a polícia estava confiante de que ele faria o combinado, mas desde o começo da operação, ele não seguiu nada do que era feito. Na quarta-feira (15) foi feita uma troca, a polícia religava a água e a luz, e Lindemberg libertava Nayara, e assim foi feito.
O tempo passava, e nada evoluía nas negociações, ele atirava contra as pessoas que estavam no local, dizia que amava Eloá, e minutos depois que iria matá-la. Então surge mais uma pergunta, pois a polícia não usou seus atiradores de elite nas horas em que podia, e a justificativa é que se tratava de um jovem de 22 anos. Mas e a vida daquela menina de apenas 15? Teria menos valor que a de um futuro assassino?
Na visão do Psicólogo Alexandre Rivero, as escolas devem incluir em seu currículo temas como o emocional, ensinar as pessoas a trabalharem seu emocional, a lidar com as perdas, ciúmes. “As escolas estão preocupadas com as aulas que dão uma base em línguas e números, mas temos que trabalhar também o emocional, pois se aprendemos a lidar com nossas emoções, podemos ajudar uma outra pessoa também”, diz.
Para Rivero, a alteração de comportamento de Lindemberg, já deixava claro que algo estava muito errado, o isolamento que ele buscava silêncio, esconder-se em seu mundo. “Se os amigos tivessem reparado mais, ou buscado ajudar, talvez isso pudesse ter sido evitado. Mas as pessoas não estão preparadas para estas situações, acham que é uma simples crise, que logo passa, mas em muitos casos esta crise é intensa e preocupante. No caso de Lindemberg, ele tem um histórico de abandono, quando foi deixado aos 10 anos de idade pelo pai. Um rapaz de família humilde, que encontrou na Eloá um apoio, carinho, mas que com o tempo se transformaram em obsessão”, declara Rivero.
Um seqüestro mais longo do país, em que a polícia sabe onde fica o cativeiro, cerca o local e entra em negociação. Mas subestimaram a capacidade do seqüestrador, deram tempo, tentaram cansar o jovem, uma falha da estratégia usada. “A polícia não teve dimensão do perigo em que a menina estava, pois ele não é um jovem psicótico, tinha total noção do que estava fazendo, mesmo com alteração de comportamento, perturbado, com um alto nível de estresse, ele não perdeu a noção de tempo e a raiva aumentava”, declara o psicólogo.
A atitude mais errada que foi permitida pela polícia foi à volta da jovem Nayara ao cativeiro, na quinta-feira ela retornou ao apartamento, a mãe da menina alega que não tinha autorizado a entrada, que o combinado era de falar ao telefone novamente com Lindemberg, mas o Coronel José Eduardo Felix, afirma que a escolha foi da própria Nayara.
Na sexta-feira (17), a polícia atende a todas as solicitações de Lindemberg, leva ao local um Promotor, que faz de próprio punho uma declaração que garante a integridade física do rapaz. Neste momento estava tudo certo para que ele terminasse o seqüestro, mas não ocorreu. Duas horas depois a polícia entra em ação.
A invasão ao apartamento ocorreu às 18h08, com a explosão da porta da frente. Talvez tenha sido uma atitude correta, porém, deveria ter sido mais bem planejada, a explosão da bomba, com certeza assustou o rapaz, que imediatamente abriu fogo. Em um vídeo transmitido pela Rede Record, ele afirma que atirou somente depois da explosão da bomba, e que o primeiro lugar em que atirou foi no sofá, acertando assim Eloá, e que não se lembra de ter atirado também em Nayara.
A melhor amiga saiu caminhando do apartamento com o rosto ferido, um tiro no maxilar, enquanto Eloá foi encontrada no sofá, com um tiro no abdômen e na cabeça. No sábado (18), às 23h30 foi decretado óbito, morte cerebral, Nayara passou por cirurgia para retirada do projétil, e fará uso de um aparelho ortodôntico para correção dos dentes. A jovem teve alta médica nesta quarta-feira (22).
Público : Durante o velório da jovem passou mais de 27 mil pessoas, curiosas, apenas para ver de perto o absurdo humano. A família agradeceu o apoio, a participação em orações de todos que torceram a cada minuto pela recuperação de Eloá.
Mas ainda assim, acreditamos que este é um momento familiar, pessoas passavam para tirar foto, apenas para conferir como ela estava, e a mãe? Ela não tinha o direito de ficar ao lado da filha, nos últimos instantes? Realmente é como a declaração que deu à imprensa “aqui é apenas um pedaço de carne, minha filha esta com Deus”, mas até que ponto ela está dizendo isso.
A invasão de privacidade nestes casos em que chama atenção da mídia, em que coloca o crime em evidência, estimula nas pessoas fracas que atos assim sejam repetidos, nesta última semana foram mais de 6 casos de seqüestro por fim de relacionamento.
Até que ponto a mídia ajuda nestes casos, a exposição da vida e da família de Eloá, coloca agora a filha ao lado de Deus, e o pai na cadeia. Não que ele não deva pagar pelos crimes que cometeu, mas que tenha o direito de partilhar com a família, de prestar apoio à esposa e filhos neste momento que jamais será esquecido.

Jornalismo da Gazeta do Ipiranga