Alexandre Rivero entrevistado
para o Fala Brasil da Record
        

 

        

Alexandre Rivero no dia 11/05/2009 foi entrevistado pelo Jornalista Jésus Mosquéra, sobre a Mente Masculina e Feminina. Rivero falou sobre a predominância das funções cognitivas do Hemisfério Direito nas mulheres (criatividade, emoções, musicalidade,  subjetividade e intuição na interpretação dos sinais não verbais na comunicação), nos homens as funções cognitivas como a linguagem matemática, a lógica e a racionalidade  mais presentes no Hemisfério Esquerdo parecem predominar. Claro que atuamos com ambos os Hemisférios (homens e mulheres), mas estudos recentes parecem comprovar estas predominâncias. A maioria das mulheres parecem mais predispostas ao diálogo sobre o relacionamento.

Homem e mulher têm atitudes opostas de comunicação

24 de setembro de 2005 • 10h40 • atualizado às 11h03
De acordo com um grupo de psicólogos de Viena, três quartos das mulheres freqüentemente têm a experiência de possuir um parceiro sentimental que não é muito comunicativo e, sem poder explicar o porquê, sofrem buscando soluções para o dilema, muitas vezes em vão. Os estudos mais recentes realizados pelos especialistas concluíram que existem duas atitudes opostas entre os sexos quanto à comunicação.

Hellmuth Petsche, especialista em questões da atividade cerebral da Universidade de Viena, realizou eletroencefalogramas em 20 mulheres e homens que trabalham como tradutores simultâneos e constatou diferenças básicas entre eles e elas na maneira de escutar, compreender, traduzir e falar.

As mulheres trabalham mais com o hemisfério direito do cérebro, responsável pela criatividade e pela musicalidade, e que funciona de modo mais integral, associativo e emocional.

Já os homens recorrem mais vezes ao hemisfério esquerdo, ao qual são atribuídas as faculdades do pensamento lógico e analista, a escrita e os cálculos.

As mulheres têm mais capacidade intuitiva para interpretar os sinais comunicativos em outras pessoas quando falam. Em testes feitos com vídeos de atores em cenas assistidas sem som, elas acertaram mais vezes quando tinham que comentar os sentimentos expressos.

Outra explicação destas características se baseia na psicologia social e na lingüística, que acreditam que os dois sexos são educados de formas distintas e, por isso, têm estilos diferentes de falar.

As meninas costumam usar freqüentemente afirmações indiretas como "não poderíamos..." e "não seria ruim se...". Além disso, usam mais as perguntas curtas para confirmar seu ponto de vista e a retórica para se fazer entender. Enquanto isso, o estilo masculino é mais direto e dominante.

A psicoterapeuta vienesa Rotraud Perner, pesquisadora de conflitos e violência, advertiu no último número da revista austríaca Medizin Populaer que, nas relações dos casais, não é possível fazer uma pessoa falar (no sentido literal), porque representaria um ato de violência psíquica que provocaria apenas a resistência do outro.

Perner recomenda "paciência" e opta por medidas para inspirar confiança que permitam ao homem "sair de sua cova", que pode ser um escritório onde se refugia quando não está disposto a se comunicar. Ela também advertiu que há profissões que levam a pessoa a tender mais ao silêncio, como a de policial e de militar.

A psicóloga lembrou ainda que, há 50 anos, o problema não era tão aparente porque era "normal" que homens e mulheres se falassem pouco, enquanto atualmente a mulher emancipada deseja uma comunicação com os parceiros do mesmo nível.

Em vez de enfrentar o companheiro verbalmente, Perner recomenda que as mulheres esperem um momento propício para a conversa, durante um passeio juntos ou uma atividade num ambiente relax

Agência EFE

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI680147-EI1827,00.html