Rivero no Super Pop

      

Alexandre Rivero participou do Programa Superpop (11/03/2008), apresentado por Luciana Gimenez que discutiu critérios de admissão no Vestibular, tendo em vista o caso de um menino com 8anos que foi admitido no vestibular de Direito e aprovado.

Os pais queriam que o garoto cursasse a Universidade. Alexandre procurou discutir não o caso específico, mas a situação dos Vestibulares no Brasil, o sistema de acesso às Universidades. Participaram do programa o advogado Dr Eduardo César Leite (presidente da comissão de seleção e inscrição da OAB), a psicóloga e psicopedagoga Márcia Fiori.

 

 

 

Leia:Entrevista: Educação e infância


 

Assunto: O menino de oito anos e a sua aprovação no vestibular.
(Debate no programa SUPER POP (10/03/2008) – apresentadora Luciana Gimenez)

Meus oito anos – Casimiro de Abreu

Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
 naquelas tardes fagueiras
 à sombra das bananeiras debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias do despontar da existência!
Respira a alma inocência!
Como perfumes a flor,
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor! (...)

Oh! Dias da minha infância!
Oh! Meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das magoas de agora, eu tinha nessas delícias
De minha mãe as caricias
E beijos de minha irmã! (...)

Naquele tempo ditoso
Ia colher  as pitangas, trepava a tirar as mangas,
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar! (...)

No programa SUPER POP com a apresentadora Luciana Gimenez, os convidados, Dr. Alexandre Rivero, psicólogo, mestre em Educação e professor universitário, Dra. Marcia Fiore, psicóloga e psicopedagoga (hoje, professora da FAMESP), Dr. Eduardo César Leite, advogado e presidente da comissão de seleção e inscrição da OAB, comentam sobre, até que ponto os pais podem exigir dos filhos aquilo que está além do seu limite? A sociedade, os pais têm o direito de exigir que a criança pule as etapas da infância e haja como adulto?

Depoimento da Dra. Marcia Fiore: “Eu acredito que o ambiente de uma faculdade não seja o mais adequado para uma criança de 8 anos de idade e, não estou me referindo apenas ao conteúdo das disciplinas, mas a todo um contexto que envolve essa situação. Até mesmo em questão de socialização: Como seria o relacionamento de uma criança de 8 anos com seus colegas de turma?
De modo geral, é muito gratificante para os pais constatarem que seus filhos possuem altas habilidades. Realmente, é importante estimular o desenvolvimento dessas habilidades, mas deve-se tomar cuidado com os exageros.
O erro mais comum é sobrecarregar as crianças com muitas atividades e fazê-las ter uma “agenda de executivo”. Deve se criar boas condições a elas, mas sem cobrança.
Aos 8 anos, a criança está começando a desenvolver sua autonomia de julgamento, aprendendo a pensar de acordo com seu próprio conjunto de regras, mas ela ainda faz uso de valores das outras pessoas para expor suas idéias e opiniões.
A inteligência não envolve somente o aspecto cognitivo. E, por mais inteligente que uma criança de 8 anos seja, ela ainda não possui maturidade emocional para encarar os desafios que essa situação apresenta.
A qualidade de vida de uma criança não depende apenas dos conhecimentos cognitivos, mas também da sua capacidade em lidar adaptativamente com o seu mundo interno, suas emoções, cognições e motivações. Acelerar a maturidade da criança pode ser altamente prejudicial a ela e pode ocasionar problemas no futuro.”
Uma criança por mais habilidades que tenha, ela continua sendo, em primeiro lugar, uma criança. O fato de começar a cursar uma faculdade aos 8 anos faz com que a criança abandone muitas coisas que caracterizam uma “vida de criança”.
Em educação não se pode pular etapas. É perigoso desenvolver a capacidade de pensar formalmente sem que os sentimentos e a base física sejam adequados para isso. É preciso que se respeite cada etapa do desenvolvimento do ser humano.
Em cada estágio, a criança faz novas descobertas, que vão servir de base para um novo aprendizado na etapa seguinte do seu desenvolvimento. Sendo assim, deixar essas lacunas pode acarretar em prejuízos a curto ou a longo prazo.”

Luciana Gimenez - Que mãe que não sonha em ver seu filho matriculado na faculdade? Nossos convidados estão felizes da vida por conta da aprovação do filho. Só que tem um detalhe, o vestibulando tem apenas 8 anos. E agora gente, lugar de criança é na escola ou na faculdade? Se ele entrou, ele pode cursar, ou não?
O programa traz o caso do menino João Victor, que entrou na faculdade de Direito aos 8 anos de idade. O menino fez a prova, foi aprovado, fez a matrícula, mas foi barrado ao chegar na faculdade para assistir aula. E agora, como fica essa situação?

Em suas apresentações, os especialistas falam sobre a arte de educar.

Dr. Alexandre Rivero - “A gente precisa colocar paixão naquilo que a gente faz. O educador precisa gostar do que faz. Esse é o ponto essencial.

Dra. Marcia Fiore - “Eu acho que a arte de educar é um privilégio, é por amor à arte ... é muito prazeroso ver os resultados”.

João Victor, um menino de oito anos, morador em Goiânia, aprovado no vestibular para a área de Direito, recebe total apoio dos orgulhosos pais, Sr. William Oliveira (estudante de direito) e sua mãe Maristela Portelinha (arquiteta).

O pai do menino diz ter feito a matrícula do filho, entretanto foi barrado no primeiro dia de aula. Segundo ele, faltou tato e respeito por parte da administração da universidade. De acordo com a instituição, João Victor prestou vestibular na condição de “treineiro”, que é aquele candidato que ainda não concluiu o Ensino Médio e, portanto, não pode cursar uma universidade. Já, o pai do menino diz que essa alegação não procede, pois em momento algum existiu essa opção.

Segundo os seus pais, João Vitor sempre gostou de estudar, prefere ler um bom livro e depois brincar. Ele prefere estudar a jogar bola.
A idéia de prestar vestibular surgiu do próprio João Victor, os pais ficaram surpresos com o seu desejo. João Victor lê um livro por semana, seu livro predileto é “Da terra à lua”, de Júlio Verne. Estuda duas horas por dia, todos os dias. Seu sonho é cursar a Faculdade de Direito e ser juiz federal aos 12 anos de idade e, embora haja restrições, ele não se importa, ele quer estudar, comenta em entrevista que se for necessário poderá estudar à noite ou no período da manhã e quando surgir tempo poderá brincar.

Falando como gente grande, João Victor comenta sobre a prova do vestibular, diz que não foi fácil nem difícil, resolvendo todas as questões em meia hora (25 questões mais a redação). O tema da redação era sobre pessoas compulsivas por compras e ele já tinha conhecimento do assunto.

Até que ponto a Educação pode interferir no emocional de uma criança? O fato de João Victor ter sido aprovado no Vestibular com oito anos de idade causou muitas questões para reflexão. Ele é um gênio ou o nível das provas nos vestibulares deixam a desejar? Está uma criança preparada para assumir as responsabilidades de um adulto?

Os pais de João Vitor insistem que o menino deve cursar a Faculdade, afirmam que no período da matrícula e no dia da prova não houve nenhuma orientação por parte da Faculdade ou de algum advogado que impedisse a criança de prestar o Vestibular. Atualmente a Faculdade não assume compromisso com o João Victor e nem mesmo lhe deu o direito de conhecer o prédio e as salas de aulas bem como o corpo docente, sua curiosidade permanece. O Dr. Alexandre Rivero, comenta ser injusto com a criança esta situação, criando-se uma falsa expectativa na criança e nos pais, pois a lei não permite cursar uma faculdade sem a conclusão do Ensino Médio, ser “treineiro” é um processo perverso. O especialista comenta ainda que esse tema está permitindo discutir a respeito da confusão que vem crescendo na mídia entre informação e inteligência.

Questionado, o pai diz que não está com falsa expectativa, está muito orgulhoso e vai lutar para conseguir que o filho freqüente a faculdade com ele.
Os pais de João Vitor insistem em dizer que o menino está pronto e deve cursar a faculdade e por ser extremamente inteligente, não terá problemas. “Será um prazer levar meu filho até a Faculdade”, diz o pai.
Os pais relatam que o menino é muito bem informado sobre as coisas que acontecem no mundo, que vai com eles para as reuniões de trabalho e que convive bastante no meio de adultos.

Luciana Gimenez – Você quer que ele curse a faculdade? Você acha que emocionalmente ele estaria preparado para isso?

Dra. Márcia Fiore – Embora algumas crianças convivam muito mais com adultos, elas não deixam de ser crianças e precisam se socializar com crianças da mesma faixa etária, para que haja uma troca, um melhor desenvolvimento social, emocional e  cognitivo das mesmas.

Dr. Alexandre Rivero – A Marcia está colocando uma coisa também importante para o nosso debate. O desenvolvimento implica em vários aspectos, não é somente na informação. Quer dizer, atenção, concentração, emocional, capacidade de abstração.

Luciana Gimenez – Nossa, mas ele passou numa faculdade. Quer dizer que ele está “bem na fita”.

Dr. Alexandre Rivero – Eu acho que isso, Luciana, está pondo em xeque também, o nosso sistema universitário, os critérios para admissão dos alunos na universidade.

A apresentadora pergunta a opinião do Sr. William sobre o vestibular, já que ele também o prestou recentemente e ele disse que achou bem difícil. Relata inclusive que o filho passou por uma avaliação com uma professora em São Paulo, onde foram feitas algumas perguntas que eles teriam errado e o João Victor acertou.

Luciana Gimenez – Mas, por exemplo, algumas coisas ele não pode saber, porque ele não estudou. Não tem como uma pessoa saber sobre alguma coisa que não estudou ainda.

Sr. William – Eu não poderia fazer essa avaliação, mesmo porque eu não conheço o teor da prova ainda.

Os pais comentam que a faculdade informou que ele se saiu muito bem, principalmente na redação.
A apresentadora fala sobre o desenvolvimento do pensamento e pergunta ao Dr. Eduardo sobre a importância dos processos necessários para se desenvolver uma redação.

Dr. Eduardo Leite – Sem dúvida. Isso coloca em xeque o sistema universitário, principalmente o sistema de aplicação do exame para ingressar na faculdade. Não basta simplesmente a inteligência, são outros componentes que se exige nesse processo.

O advogado faz alguns questionamentos e também acredita que João Victor fez a prova na condição de “treineiro”.

Dr. Alexandre Rivero – Eu também entendo os pais, porque essa condição de “treineiro” mesmo que ela foi compreendida, ela deveria ter sido, primeiro, muito bem explicada. Segundo, eu não conheço “treineiro” de 8 anos de idade. Geralmente os “treineiros”  são aqueles adolescentes do Ensino Médio, 2ª ou 3ª série, que vão se familiarizar com a prova vestibular. Mas na verdade, com 8 anos cria-se na criança e nos pais, uma falsa expectativa.

Luciana Gimenez (pergunta para o pai) – Criou uma falsa expectativa?

Sr. William – Eu não estou com falsa expectativa nenhuma. Eu só estou apoiando a idéia dele, a vontade dele. E tudo que for para o bem terá o meu apoio sem esforço nenhum. E eu vou continuar ajudando para que ele vá estudar junto comigo.

Luciana Gimenez – Mas como assim, você quer que ele faça a faculdade?

Sr. William – Com certeza.

Luciana Gimenez – Você não acha que emocionalmente ele não estaria preparado para isso?
Ela questiona os pais sobre a exposição do menino a fatos chocantes, como casos de IML, estupro ou morte violenta.

O pai responde que isso seria visto ao longo do tempo, que eles não deveriam sofrer por antecipação.
A apresentadora lê o artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer, onde consta o direito ao “acesso a níveis mais elevados de ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.

Luciana Gimenez – Mas, de acordo com esse artigo, a criança pode pular etapas?

Os especialistas, Dr. Eduardo César Leite, Dra. Marcia Fiore e Dr. Alexandre Rivero não concordam com a questão de pular etapas, afirmam que interferir nas etapas infantis é prejudicial para a própria criança.

O Dr. Eduardo fala do brilhantismo da criança, do orgulho dos pais, mas que ele é criança e que deve se respeitar esse período. Em relação ao artigo lido pela apresentadora, o advogado coloca que a lei não se refere a pular de uma 5ª série para o curso universitário, havendo requisitos legais que impõem o cumprimento de cargas horárias, presença nos cursos, fases de estudo, diplomação, etc.. Além dos princípios legais, coloca o especialista, que não podemos ferir os princípios básicos da criança.

Dr. Alexandre Rivero – De repente, na nossa sociedade, eu acho que estamos com um grande questionamento: Qual é a finalidade da educação?
A educação é formar técnicos ou a educação, na verdade, é formar pessoas felizes, seres humanos?
Ele acredita que estejamos vivendo num momento onde o tecnicismo e a ansiedade dos pais em preparar os filhos para uma profissão podem acabar com a possibilidade do filho viver a infância.

Dra. Marcia Fiore – O desenvolvimento de todo ser humano tem a parte cognitiva, a afetivo/emocional e a física. Não vale tanto sobrecarregar o cognitivo, dando um monte de informações para a criança, se o emocional e o físico não estão preparados para isso. Em cada fase você tem determinadas habilidades, pensamentos, raciocínio e formas de lidar com as coisas, que vão servir de pré-requisito para um novo aprendizado.

Luciana Gimenez – Eu gostaria de perguntar a vocês, se o vestibular é feito para uma criança de 8 anos? Porque se ele conseguiu passar para uma faculdade de Direito, ou a criança é um gênio ou o vestibular não está sendo efetivo.

Coloca-se em debate, então, os critérios para se ingressar numa faculdade. Para se fazer uma Faculdade, é exigido por Lei a conclusão do 2º Grau, ou seja,  o Ensino Médio.
Houve ocasião em que um semi-analfabeto conseguiu passar no vestibular em nosso país, criou-se um escândalo sobre a Educação no Brasil, o que é preciso para melhorar o currículo escolar?
Dr. Alexandre Rivero, como psicólogo e professor experiente, diz estar muito preocupado com a saúde mental das crianças. Provas vestibulares são questionáveis. A criança faz e não tem dimensão disso. Ela é aprovada. Mas, ela está realmente preparada para assumir esse compromisso?

O Dr. Alexandre esclarece que a universidade não é um ambiente formatado para o desenvolvimento sadio de uma criança. Além disso, um educador para atuar com crianças precisa de uma formação didática diferenciada e a universidade não tem educadores habilitados para isso, não tendo a menor formação do ponto de vista psicomotor, psicológico e psicopedagógico para lidar com uma criança.

Dr. Eduardo Leite – Eu percebo aqui, pela minha experiência, que a vontade está sendo imposta pelos pais, não se dando conta do enfrentamento que essa criança terá ao cursar uma faculdade.

Luciana Gimenez – Agora para a mamãe... como é que o seu filho de 9 anos iria no IML (Instituto Médico Legal) ver um exame cadavérico de alguém que morreu com um tiro na cabeça?

Sra. Maristela – Ele não precisaria cumprir uma carga horária normal como os outros acadêmicos, uma vez que ele não tem a necessidade de cumprir essa faculdade em 5 anos. Ele pode ir pegando matérias de um teor mais leve e, gradativamente, com o passar dos anos, ele ir pegando as matérias um pouco mais pesadas.
Segundo a mãe, ele estaria preparado para presenciar um exame cadavérico aos 12 anos de idade.

O Dr. Eduardo se diz estarrecido com a vontade efetiva dos pais e se vê obrigado a falar que é uma irresponsabilidade dos pais insistirem numa loucura desse tipo.

O pai intervém, falando que não é caso de irresponsabilidade, eles só estão apoiando uma vontade do filho. Considera que seria irresponsabilidade se ele não o estivesse apoiando, além de ser uma demonstração de fraqueza perante o filho.

Os pais de João Victor insistem em dizer que simplesmente apóiam e fazem a vontade do filho. Dra. Marcia questiona: “Já imaginaram permitir todas as vontades do filho? Até que ponto isto contribui para o bom desenvolvimento da criança?”

O Dr. Alexandre diz que os pais estão prestando um grande serviço de utilidade pública, pois estão permitindo questionar o sistema universitário brasileiro.

A mãe quer deixar claro que o João Victor nunca deixou de levar uma vida de criança.
Após fazer uma avaliação, a pedido da produção do programa, a professora Denise Amanso diz que ele se saiu muito bem e que tem um raciocínio rápido que precisa ser aproveitado.

Muitos pais apostam na alta habilidade do filho, mas o resultado, muitas vezes, pode ser desastroso, a exemplo das queixas que se recebem nos consultórios de Psicologia. A Dra. Marcia esclarece que hoje já não se fala muito em superdotados, mas em crianças com altas habilidades. E mesmo para essas crianças o que se indica é que continuem a freqüentar a escola e, em paralelo, dá-se suporte para atender suas curiosidades. E, concorda com a mãe de João Victor, no que se refere aos prejuízos também causados pelo excesso de atividades extras que são impostas às crianças em seu tempo livre.

O programa apresentou opiniões de algumas pessoas a respeito do assunto, que deixaram claro que não concordam que uma criança deva freqüentar uma faculdade, que a infância é a melhor fase da vida. A criança deve ser tratada como criança e viver a fase da infância.

Em seu depoimento, a Sra. Daniela Teixeira, mãe e funcionária de Escola Primária, destaca alguns pontos importantes a serem considerados por pais e educadores:

No caso de João Victor e muitas outras crianças com alta habilidade, o importante é estimular seu intelecto. O que precisamos em nosso país é que o Ministro da Educação providencie uma revisão dos critérios de Educação.
Acreditamos que os pais de João Victor e muitos outros interessados no progresso do ensino no país tenham entendido que não há nada melhor que uma infância bem vivida.

Há tempo de araçá e de manga,
Tempo de milho e de pitanga,
Tempo de jabuticaba.
De carambola e de cana,
De gabiroba e de banana,
De laranja e de goiaba.

Tempo de calor e de frio,
Tempo de chuva e de estio,
Tempo de flor e semente,
Da florada que floresce,
Da fruta que amadurece,
Tempo da infância da gente...
                                   Ruth Rocha                                                                                         

 

 

Transcrição feita pela aluna Sandra Regina Felizardo – turma SPNA

 

Fonte: http://www.famesp.com.br/metododosaber/Noticia.aspx?idnoticia=81

 

A Revista Eletrônica Método do Saber da Faculdade Método de São Paulo, é uma revista on-line, semestral, de acesso aberto, constituída pela publicação de trabalhos originais na área de Educação e nas áreas Interdisciplinares que contribuam com a formação e atualização dos professores, alunos e pesquisadores da Educação. Método do Saber é um veículo para a divulgação de pesquisas que pretende ampliar e promover o debate com a comunidade acadêmica, com a escola, universidade e com a sociedade.

 

 

 

 

* O Superpop é um programa da Rede TV diário às 22horas